A hora do amor

em 30/nov/2012 em Poesia por Dennys Távora | 2 comentários »

A HORA DO AMOR     

 

Eu ficarei aqui e aguardarei a hora
De um belo dia enfim te encontrar,
Reclamo só do tempo que demora,
Mas a saudade precisarei suportar.

A paciência será a minha senhora,
Por ti aguardo o quanto necessitar,
Meu coração que te ama não chora,
Pois sabe que agora precisa esperar.

Logo verei chegar uma nova aurora
E se quiseres vais poder me chamar,
Será a hora de seguir caminho afora
Para viver enfim o sonho de te amar.

 

Dennys Távora

 

2 comentários para "A hora do amor"

  1. Claudia disse:

    Apenas para elogiar o autor que possui tanta sensibilidade e bom gosto! é incrível que alguém com formação em direito possua tanta sensibilidade…

    Parabéns e SUCESSO!

    • Dennys Távora disse:

      Oi, Claudia! Muito obrigado pela presença, pela leitura, pelo comentário e pelas palavras gentis. Creio que a sensibilidade teve a sua parcela de contribuição na escolha da profissão que abracei, pois não gosto de injustiça e procuro colocar amor em tudo que faço. A tradicional Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, onde estudei, é também conhecida como “Arcadas” em razão dos diversos arcos existentes no seu pátio e na sua fachada. No seu interior, também, há diversas placas com nomes de antigos estudantes ilustres, dentre elas onze ex-presidentes da República. Porém, acima dos três arcos mais importantes, que compõem a sua fachada, não foram colocadas placas com nomes de políticos ou juristas renomados, mas sim de três poetas brasileiros que lá estudaram: Álvares de Azevedo, Castro Alves e Fagundes Varella. Um antigo mestre, Goffredo da Silva Telles Júnior, que tive a honra de ser aluno e, mais tarde, amigo, disse-me um dia que os nomes de três poetas sobre suas portas de entrada simboliza que a “nossa” Faculdade sempre colocou a poesia e a beleza acima de tudo e de todos. É uma ideia muito forte, que pode não ter guiado todos que lá estudaram, mas me inspirou nos tempos de estudante e me influencia ainda hoje. Fico contente que tenha apreciado os meus singelos versos, Claudia. É sempre gratificante descobrir que minhas palavras tocaram alguém. Muita luz e amor para você. Beijo grande.

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